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Pó da Terra

Que levanta atrás de...
Nosso caminho pontilhado de estrelas...
a vida que passa bem depressa,
e depressa TUDO passa ...
Nossa memória é pequena mas as lembranças são eternas ...
Sinto o passado,absorvo o presente,
espero merecer o futuro...



yabadabadoo...................


homenagem do Google

Wilmaaaaaaaaaaaa !

Eu que Adoro Googar... não podia deixar de falar da homenagem de hoje que o Google está prestando hoje,
já fazem 50 anos que nos Estados Unidos foi lançado o desenho animado que fez parte da minha infância Os Flintstones, que aqui no Brasil deve ter sido apresentado nos anos 70's, e claro que minha tia Wilma era chamada do mesmo jeito do desenho,era super divertido...e tinha a Betty também !

Calcula-se que já foi assistido por 300 milhões de espectadores em 80 países,
sendo dublado em 22 idiomas.

O Presente do Pardal

Por esses caminhos da vida, acabei conhecendo este livro muito interessante e esgotado nas livrarias, mas gostei tanto que consegui na editora Landy um exemplar,
o Japão retratado nas estórias, nada tem a ver com o país moderno que hoje é nossa referência, são estórias milenares que foram passadas de gerações e gerações transmitindo de forma simbólica lições de moral e conduta pessoal.


O Dedo do Imperador e outros contos japoneses


Vejam que linda a estória - O Presente do Pardal

Numa manhã de primavera,uma velhinha estava na varanda enquanto um pardal pulava e pulava no gramado do jardim,um moleque com uma pedra quebrou a perna da ave, e por ali interessado na presa sobrevoava um corvo.
“Coitadinho do pardal !” disse a velhinha, “o corvo vai arrebatá-lo!” Ela pegou o pardal, agasalhou-o e deu-lhe de comer e colocou-o numa pequena bacia,protegido da noite.
Pela manhã alimentou-o com uma mistura de arroz e cobre para que ele fosse melhorando. Seus filhos e netos caçoavam dela, “que velhinha tola,agora nina pardais!”
Durante dois meses ela cuidou da ave diariamente até que a pobrezinha voltasse novamente a pular, por fim a perninha do pardal soldou. “agora os corvos não conseguirão te pegar,linda ave”, e levando-o para fora abriu as mãos e deixou-o voar.



Por ter passado tanto tempo cuidando daquela ave, a velhinha sentia muita falta dela.
Cerca de três semanas mais tarde, ela ouviu o pipilar de pardal e teve certeza de que seu pardal voltara,”que amor!” ela disse ,”você não se esqueceu de mim !” e assim o pardal deixou cair do bico uma coisa pequenina e voou, tratava-se de uma semente de abóbora, que ela guardou cuidadosamente.
As pessoas caçoavam da velhinha, mas ela achou por bem plantar aquela semente para ver de que tipo era, e no outono a planta estava grande e carregada de frutos.A velhinha estava muito contente e embora distribuísse abóboras entre os vizinhos, a colheita não tinha fim. A família que antes caçoara dela , agora tinha sempre alimento à mesa.Finalmente ela acabou doando abóboras por toda a aldeia e pendurou na casa sete ou oito para que secassem.
Meses depois,quando as abóboras estavam secas, ela as abriu no topo para fazer gamelas, e viu que estavam cheias, derramou seu conteúdo e para seu espanto caiu arroz, e verteu na panela todo o conteúdo, mas a abóbora ficou cheia de arroz como antes.
Era ao pardal que tinha que agradecer por aquele milagre, estava extasiada ! e as outras abóboras também assim que esvaziasse,mantinham-se sempre cheias.




Os vizinhos não podiam acreditar no que viam e ficaram terrivelmente invejosos. “ o que você fez de diferente que deixou a família rica ?” perguntavam todos. Uma das vizinhas,injuriada,foi procurar a bem sucedida velhinha para descobrir seu segredo.
“Eu tenho a impressão que tem algo a ver com o pardal !” e contou a velhinha sobre o pardal que tinha cuidado com tanto carinho e a semente que ele lhe trouxe depois. A vizinha implorou por uma semente, a velhinha disse que não , mas lhe deu muito arroz.
Despeitada , a vizinha, decidiu ela mesma providenciar um pardal de perna quebrada, e assim no seu quintal passou a atirar pedras neles para lhes quebrar as perninhas, e pensou consigo, se com um pardal posso ficar rica,mais pardais a tornariam mais rica ainda. E assim acabou pegando mais dois pardais para cuidar. Colocou-os numa bacia e cuidou-os por meses, até o momento que curados os libertou. Estava muito feliz e satisfeita consigo mesma. Os pardais ao contrário,estavam tristes e infelizes por lhes quebrarem as perninhas e ficar impedidos de voar.

Dez dias depois,os pardais voltaram e cada um deles deixou cair uma semente de abóbora para a ávida mulher. “Maravilha!” ela exclamou e saiu correndo para plantar as sementes, as plantas cresceram rapidamente e ficaram enormes, “as minhas plantas são maiores e mais belas que as da vizinha!”
As plantas realmente eram grandes,mas seus frutos eram poucos e pequenos, sendo assim achou melhor não dar nenhum aos vizinhos. Naquela noite sentaram-se para comer e cada um da sua família pegou um bom pedaço de abóbora,mas como estava extremamente amargo, a primeira garfada provocou vômitos e náuseas na família.
“Que desastre !”, a vizinha chegou a conclusão que havia sido apressada, de que deveria dar tempo para que as abóboras amadurecessem.Então pendurou as restantes para que secassem.
Meses depois, considerando que estavam prontas, juntou vários cestos para recolher a colheita de arroz tão almejada. Abriu as abóboras no topo e na mesma hora, lá de dentro saíram vespas,largatixas, lagartos e cobras que devoraram todas as partes de seu corpo ou melhor a picaram sem dó, nem piedade e a velha morreu de mordida de cobra.

A inveja é algo que se deve evitar.


Objeto de desejo...

Sabe quando você compra uma coisa e ainda quer mais ?
quando compra uma bolsa e cobiça outra ?
Pois é, aconteceu que além da vermelha agora tenho a azul...
mas eu mereço mais uma bolsa da Telma Guedes




Amor a segunda vista !


Amor a primeira vista !


Coleção Telma Guedes